segunda-feira, 4 de abril de 2011

CARTER EM CUBA


De visita a Cuba com carácter privado, o ex-presidente dos EUA Jimmy Carter foi recebido esta semana pelo líder da Revolução Fidel Castro, tendo afirmado que o bloqueio comercial que os Estados Unidos mantêm sobre Cuba deveria ser eliminado, assim como o levantamento da proibição de os cidadãos americanos poderem viajar livremente para a Ilha.

Carter visitou também na prisão o agente americano Alan Gross, que recentemente foi sancionado por ter violado a legislação local, tendo-se pronunciado sobre a sua libertação, assim como o mesmo deveria suceder com os Cinco cubanos presos nos EUA desde há mais de 12 anos com penas exorbitantes perante um julgamento cheio de irregularidades em Miami. Na sua opinião, o julgamento dos Cinco lutadores contra o terrorismo, com cujos familiares se reuniu, foi confuso até para os próprios juízes, quando apenas cometeram o “delito” de penetrar em organizações terroristas que actuam contra Cuba desde os EUA e por isso deveriam ser libertados.


O ex-presidente americano considera Fidel Castro um velho amigo e recordou como durante o seu governo mantiveram boas relações, levando a que abrissem escritórios de interesses em ambos os países para facilitar os vínculos e o levantamento de algumas restrições. No encontro realizado com o presidente Raul Castro, Jimmy Carter trocou impressões sobre a actualidade internacional e sobre as relações entre os dois países, tendo nesse contexto o presidente Raul Castro reiterado a disposição de Cuba em dialogar com o governo dos EUA sobre qualquer tema em condições de igualdade sem condicionalismos e com absoluto respeito pela independência e soberania de Cuba.

Cada vez mais personalidades de todo o mundo e de vários sectores de actividade se pronunciam sobre o criminoso bloqueio contra Cuba e como se vê, até um ex-presidente o faz de forma tão aberta como é o caso de Jimmy Carter, que conhecendo bem as realidades, sabe que a razão assiste a Cuba.

sexta-feira, 18 de março de 2011

CHERNOBIL

Os últimos acontecimentos catastróficos ocorridos no Japão, terramoto, tsunami e agora a contaminação radioactiva provocada pelas explosões na central nuclear, fizeram-me recordar o desastre de há 25 anos (26 de Abril de 1986) em Chernobil na Ucrânia e a importante assistência médica que Cuba já prestou a cerca de 26.000 crianças desse país que foram afectadas pelas radiações, apresentando inúmeras patologias.

Através de um programa estabelecido em 1990, os menores de 8 a 15 anos começaram a viajar gratuitamente para Cuba numa ponte aérea semanal, sendo instalados no complexo de Tarará a cerca de 25 Km a este de Havana e aí tratadas de cancro da tiróide e da pele, leucemia, alopecia, bócio, psoriase e também reabilitados de problemas motores e psíquicos.

O tempo de permanência tem variado de acordo com a gravidade das lesões e muitos deles acabam por ficar muitos meses até poderem regressar em definitivo ao seu país e às suas famílias. Estes são geralmente acompanhados pelas mães e com a vinda de professores ucranianos têm podido continuar os seus estudos enquanto se sujeitam aos tratamentos.

Em 1992 tive oportunidade de visitar estas instalações de Tarará, falar com alguns e verificar a felicidade estampada naqueles rostos (alguns desfigurados pelas queimaduras) mas demonstrando uma enorme vontade de viver, retribuindo com sorrisos o esforço e dedicação que todos os técnicos de saúde estavam a fazer para que pudessem ter um futuro e uma vida bem melhor e mais digna.

De 1990 até 1998, um dos períodos mais críticos da economia cubana, todos os gastos com este programa foram suportados por Cuba e só daí para cá é que a Ucrânia paga as despesas aéreas e os salários dos professores, porque toda a assistência e as despesas de instalação continuam a ser gratuitas.

Algumas crianças chegaram em cadeira de rodas e regressaram a andar, graças aos tratamentos recebidos, incluindo o transplante de medula e de rins.

Neste momento as autoridades cubanas já se disponibilizaram para ajudar o Japão em tudo o que estiver ao seu alcance, dando mais uma vez o exemplo daquilo que deve ser uma verdadeira e desinteressada solidariedade internacional.

(In Semanário Comércio do Seixal e Sesimbra de 18/03/2011)

sábado, 12 de março de 2011

PROTESTOS EM CUBA


Há dias e em jeito de provocação, perguntaram-me se os protestos e manifestações que têm ocorrido nos países do norte de África não se poderiam também estender a Cuba.

Com o mesmo sentido provocatório e socorrendo-me do que escreveu o meu amigo Roberto Suárez, respondi que tudo era possível desde que fossem consideradas algumas questões, tais como:

- Por que os cubanos não se revoltam contra os serviços de saúde gratuitos?

- Por que não vêm para a rua exigir o pagamento das vacinas que são dadas a toda a população desde a sua nascença?

- Por que não protestam contra a educação gratuita em todos os níveis de ensino, preferindo o analfabetismo e a ignorância?

- Por que não exigem o encerramento das numerosas escolas de ensino especial para crianças deficientes?

- Por que os cubanos não desfilam contra o fomento da cultura e do desporto que só serve para perder tempo?

- Por que admitem que milhares de jovens da América Latina e de África estudem gratuitamente medicina em Cuba?

- Por que suportam que milhares de médicos e enfermeiros cubanos prestem assistência sanitária em muitas dezenas de outros países mais pobres?

- Por que não incluem novamente na sua Constituição o direito dos EUA ocuparem militarmente o território, restabelecendo o domínio absoluto como no tempo de Batista?

- Por que os cubanos não entregam as suas riquezas nacionais e a sua economia aos monopólios norte-americanos?

- Por que o povo cubano não exige a exploração do homem pelo homem e a descriminação em relação às mulheres e aos não-brancos?

- Por que insistem os cubanos em manter a justiça social e a igualdade entre os seres humanos e não aceitam as desigualdades entre ricos e pobres?

- Por que os cubanos não eliminam o respeito pela soberania dos países e a autodeterminação dos povos?

- Por que os cubanos não valorizam nem aceitam que os seus concidadãos se possam vender a uma potência estrangeira para provocar a derrota da Revolução?

- Em resumo, por que os cubanos, a sua esmagadora maioria, continua teimosamente a preferir a coerência e a dignidade?


(In Semanário Comércio do Seixal e Sesimbra de 11/03/2011)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

QUE BLOQUEIO?

Na passada semana o governo dos EUA anunciou a aplicação de novas medidas em relação a Cuba, que consistem em autorizar as viagens de alguns cidadãos norte-americanos com fins académicos, educacionais, culturais e religiosos, permitindo também que possam ser enviadas em quantidades limitadas remessas de dinheiro ou bens a cidadãos cubanos, assim como rever a possibilidade da operação de voos charter desde os aeroportos internacionais dos EUA directos a Cuba, mas sob determinadas condições.

Havendo ainda que esperar pela publicação oficial destas intenções para se conhecer o seu verdadeiro significado, não deixa de ser para já um princípio que a administração Obama reconheça que o criminoso embargo económico e financeiro não faz qualquer sentido e que só com um diálogo de respeito pela soberania de cada país se pode avançar para uma relação de boa vizinhança que ambos os povos desejam.

Aliás, a adopção destas medidas resulta do esforço de amplos sectores da sociedade norte-americana que durante anos tem reclamado o levantamento do bloqueio contra Cuba e a eliminação da absurda proibição das viagens.

Mas esta decisão é também o reconhecimento do fracasso da política dos EUA que tudo tem feito para conseguir a dominação do povo cubano, querendo sujeitá-lo às suas regras “democráticas” e neo-colonialistas, tal como o tem tentado em muitos outros países.

O que agora foi anunciado pela Casa Branca é, no fundamental, o restabelecimento de algumas disposições que estiveram em vigor na década de noventa durante o mandato de Clinton e que foram eliminadas pelo paranóico George Bush após 2003, beneficiando apenas determinadas camadas de norte-americanos, não restituindo o direito a todos os cidadãos que continuarão a ser os únicos em todo o mundo que não podem livremente deslocar-se a Cuba.

De acordo com a denúncia exposta na declaração do Ministério de Relações Exteriores de Cuba, estas medidas confirmam que não existe grande vontade para mudar a política de bloqueio e desestabilização contra Cuba. Ao anunciá-las, os funcionários do governo dos EUA deixaram bem claro que o bloqueio se manterá intacto e que se propõem usar as novas medidas para fortalecer os instrumentos de subversão e ingerência nos assuntos internos de Cuba.

Se existisse um interesse real em ampliar e facilitar os contactos entre os dois povos, os EUA deveriam levantar o bloqueio, pois Cuba sempre facilitou o intercâmbio com o povo norte-americano, as suas universidades e as suas instituições académicas, científicas e religiosas. Todos os obstáculos que dificultam as visitas dos cidadãos norte-americanos a Cuba têm estado sempre do lado do governo dos EUA, que frio e indiferente, não se compadece que 12 horas de bloqueio equivalem a toda a insulina anual necessária aos 64.000 cubanos que dela necessitam, ou que 5 horas do mesmo bloqueio correspondem aos dializadores anuais necessários para os doentes crónicos renais existentes no país.


(In Semanário Comércio do Seixal e Sesimbra de 21/01/2011)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

QUALIDADE DE VIDA

Mesmo com alguma relutância por parte da comunidade científica internacional em aceitar os êxitos que os investigadores cubanos têm vindo a ter nas mais variadas áreas, o certo é que acabam por reconhecer o esforço desenvolvido e as conquistas alcançadas que podem ajudar a prevenir, controlar ou curar algumas das doenças que afectam milhões de pessoas em todo o mundo.

Foi agora anunciado que uma equipa do Centro de Imunologia Molecular chefiada pela Doutora Gisela González, acaba de patentear a primeira vacina terapêutica contra o cancro do pulmão, já testada em mais de mil pacientes, tendo por objectivo converter esta terrível e fatal doença numa doença crónica controlável.

Esta vacina, que vem sendo desenvolvida desde há cerca de 15 anos, baseia-se numa proteína humana relacionada com a proliferação celular e destina-se a ser aplicada em doentes com cancro do pulmão, que após acabarem os tratamentos de radioterapia ou quimioterapia são considerados em estado terminal, podendo-se com a vacina controlar o crescimento dos tumores, sem qualquer toxicidade associada e usada como um tratamento crónico, o que aumenta a qualidade e expectativa de vida ao doente.

O princípio que conduziu a esta vacina continuará a ser desenvolvido em Cuba, de forma a que no futuro se possam produzir novas fórmulas para aplicação terapêutica em outros tumores, como o da próstata, do útero e da mama.

Mas isto só é possível porque Cuba não está sujeito às multinacionais dos medicamentos ou aos “lobbies” da saúde, bem instalados e relacionados politicamente, que tudo decidem em prol do lucro e não do bem-estar das populações.

E por falar em bem-estar das populações, não posso deixar de prestar a minha homenagem ao Presidente Luís Gomes, de Vila Real de Santo António, que agora está a ser incomodado pelo Tribunal de Contas por ter decidido enviar a Cuba alguns munícipes mais carenciados e que há anos esperavam por uma simples operação às cataratas ou que padeciam de outras patologias e a que o tão propagandeado Serviço Nacional de Saúde não dava resposta.

Com a sua destemida atitude conseguiu que as clínicas privadas baixassem os preços das intervenções cirúrgicas e que o governo português se tenha visto na obrigação de contratar quatro especialistas para o Hospital Distrital de Faro, onde só existia um, injectando nessa operação mais de 20 milhões de euros, tendo diminuído a lista de espera mas continuando ainda por normalizar, de acordo com as declarações da Presidente do Conselho de Administração deste Hospital.

Dá para pensar, afinal, onde está a razão e estabelecer as diferenças que existem na forma de encarar o supremo direito à saúde com a qualidade de vida que todos desejamos para nós e para os nossos semelhantes.


(In Semanário Comércio do Seixal e Sesimbra de 14/01/2011)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

TRANSFORMAÇÕES

Cuba entrou no seu 52.º ano após o triunfo da Revolução e as transformações que se estão a operar têm suscitado algumas dúvidas nos espíritos daqueles menos bem informados e que apenas fazem uma análise da situação baseada no que a comunicação social tendenciosamente transmite.
Nem se entende bem que os que antes criticavam por não existir iniciativa privada em Cuba, sejam agora os mesmos que criticam por ela ser permitida e incentivada. Felizmente que a Revolução Cubana é dinâmica e que o povo, em comunhão com os seus dirigentes, sabe corrigir os erros e encetar a cada momento as experiências que as circunstâncias aconselham, com o supremo objectivo da sua independência e de uma sociedade mais justa e igualitária, ao contrário do que acontece em Portugal.
No momento, uma das principais apostas é a de fomentar a criação de pequenas empresas que pela sua natureza específica não se justifica que continuem a ser tuteladas e pagas pelo Estado, absorvendo capitais que fazem falta noutros sectores, podendo assim, quem o desejar, desenvolver o seu próprio negócio, criando postos de trabalho e contribuindo para a economia do país.
Esta medida, que já há muito vinha sendo reclamada por uma vasta camada da população é das que maior impacto irá ter, já que estão reunidas todas as condições para o livre exercício de algumas profissões no sector dos serviços que antes lhes estava negado.
Também na agricultura e na pecuária, de forma isolada ou através de cooperativas, a produção pode ser substancialmente aumentada, tendo os seus promotores a possibilidade de escoar os produtos para os organismos estatais ou directamente para a população, contribuindo assim para a diminuição das importações de bens alimentares e consequente poupança de divisas.
Mas não se espere que estas transformações ocorram de um dia para o outro e que as dificuldades desapareçam num ápice, porque ainda há muito a fazer e a evoluir para que os resultados apareçam.
A discussão das definições estratégicas da política económica e social tem vindo a ser realizada com todo o povo, pois sem a sua cabal aceitação nenhuma medida poderá ter o êxito que se deseja, ao contrário daquilo que os detractores costumam insinuar, porque em Cuba a democracia é participativa e todos têm o direito de livremente exprimirem as suas opiniões e apresentar as suas propostas.
É um facto que o modelo económico que vigora há mais de 50 anos não poderia continuar a ser aplicado na sua plenitude, pelo simples motivo de que os mecanismos da globalização o impedem e os mercados financeiros não estão disponíveis para compensarem os défices governamentais tal como o fazem com outros países.
Mas Cuba vencerá mais esta batalha sem necessitar de renegar os princípios da Revolução e de todos aqueles que deram a vida pela sua soberania.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

BOAS FESTAS


A Associação Portuguesa José Marti deseja um Feliz Natal e um Novo Ano pleno de Felicidades.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

DIREITOS HUMANOS

Comemora-se em 10 de Dezembro o Dia Internacional dos Direitos Humanos, cuja Declaração foi aprovada pela Assembleia Geral da Nações Unidas neste mesmo dia no ano de 1948 como uma carta de intenções a ser adoptada pelos governos, constituindo uma obrigação para todos os membros da comunidade internacional na protecção e preservação dos direitos dos seus cidadãos.

Infelizmente a maioria dos países, incluindo Portugal, violam os princípios que subscreveram, deixando os seus cidadãos entregues à sua sorte e pouco fazendo para inverter essa situação, antes pelo contrário, ao não garantirem a saúde ou a educação gratuita e uma protecção social digna para os mais desfavorecidos.

Os EUA, país que mais viola os direitos dos seus cidadãos, mantém presos os Cinco Patriotas Cubanos que actuavam no combate ao terrorismo, pelo que, por proposta dos delegados da América Latina e Europa reunidos em Holguin-Cuba no VI Colóquio Internacional pela Liberdade dos Cinco Heróis, realiza-se a partir do dia 10 e até dia 14 uma acção internacional das 9 às 17 horas (das 14 às 22 horas em Portugal) solicitando ao Presidente Barack Obama por telefone, por fax, por correio electrónico ou por telegrama, a libertação imediata dos Cinco Patriotas Cubanos presos injustamente nos EUA.

Muitos países têm sido advertidos e a própria Amnistia Internacional no passado dia 13 de Outubro aconselhou os EUA a que revejam o caso, indultando-os para que possam regressar a suas casas, já que o Presidente Obama tem provas mais que suficientes de que os Cinco estão inocentes das acusações de que foram alvo, pois jamais significaram uma ameaça para a segurança nacional, não possuíam armas e que o seu único objectivo era a de monitorizar as organizações terroristas sedeadas em Miami, a fim de evitarem acções que provocassem mais mortes de pessoas inocentes no território cubano.

Assim, todos os que o desejarem poderão enviar a seguinte mensagem:

“Ao Presidente Barack Obama.
No Dia Internacional dos Direitos Humanos, fazendo uso das faculdades que lhe confere a Constituição dos EEUU, como advogado, como pai, como filho, como marido, como pessoa decente, como amante da justiça, como Prémio Nobel da Paz, solicitamos-lhe que ponha fim a esta colossal injustiça e que liberte de imediato António Guerrero, Fernando González, Gerardo Hernández, Ramon Labañino e René González”.


Telefone:
00-1-202-456-1111
Fax:
00-1- 202-454-2461
Correio electrónico: (formulário)
http://www.whitehouse.gov/contact/
Telegrama:
Presidente Barack Obama
The White House
1600 Pennsylvania Ave, NW
Washington, DC 20500 / EE.UU.

Esta acção colectiva só poderá ter o êxito desejado se de todas as partes do mundo surgirem os apelos e Portugal marcará a sua presença.

JUNTOS PODEMOS CONSEGUIR !

terça-feira, 30 de novembro de 2010

JANTAR

Comemorou a nossa Associação o seu primeiro ano de existência com um jantar que se realizou no passado dia 26 de Novembro, tendo na ocasião o Senhor Embaixador Eduardo Lerner proferido algumas palavras de incentivo que muito nos sensibilizou, dando-nos a certeza de estarmos no caminho certo na defesa intransigente de todo um povo que nos merece a maior admiração e respeito.

De entre as várias mensagens que nos chegaram, transcrevemos a do nosso Amigo José Pereira, em nome do Comité Português para a Libertação dos Cinco:

“O meu agradecimento pelo convite que me foi transmitido e as minhas desculpas por não ter dado qualquer resposta até ao momento.
Seria com grande prazer que gostaria de estar presente no vosso aniversário, mas por razões de compromissos familiares marcados anteriormente não me é possível aceitar o convite.
Quero no entanto transmitir-vos em meu nome pessoal e como membro do Comité Português para a Libertação dos Cinco, as maiores felicitações para Associação neste seu 1º aniversário de trabalho solidário que tem desenvolvido em prol da verdade dos factos sobre Cuba e muito particularmente sobre a situação do bloqueio norte-americano e dos nossos Cinco irmãos que continuam injustamente encarcerados nos EUA.
Muitos parabéns, a força da verdade é mais forte que as incompreensões, calúnias ou mentiras... Continuação de sucessos, bem hajam”.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

1.º ANIVERSÁRIO

Comemorando a nossa Associação o seu primeiro ano de vida no próximo dia 28 de Novembro, não poderíamos deixar passar esta data sem a assinalar de uma forma simples mas significativa, pois com todas as dificuldades que se nos têm deparado, julgamos que conseguimos ultrapassar os tempos mais difíceis e que o futuro se apresenta com outras perspectivas mais favoráveis.

Sujeitámo-nos a incompreensões, mal-entendidos, calúnias e até mentiras, que deram azo à falta de colaboração de quem, por questões morais e sentimentais mais obrigações teria de estar connosco, mas isso não nos desmotivou, antes pelo contrário, pois já demonstrámos quer no passado quer no presente, que as nossas convicções estão acima de quaisquer contrariedades, pois sabemos que a razão está do nosso lado e o mais importante é CUBA.

Assim, iremos realizar um jantar no próximo dia 26 de Novembro (sexta-feira) pelas 20h00 no Restaurante Típico Cubano “El Tocoloro” no Seixal uma noite cubana com a presença do Senhor Embaixador Eduardo Lerner e da 1.ª Secretária da Embaixada Ivette Garcia, aproveitando a ocasião para debater a “Declaração Universal dos Direitos do Homem” proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de Dezembro de 1948 e que vem sendo desrespeitada pelos EUA em relação aos Cinco Heróis Cubanos presos há mais de 12 anos por combaterem o terrorismo.

O jantar, com um custo por pessoa de 15,00 €, terá a animação do músico cubano José Debray e será constituído por comida tipicamente cubana.

As inscrições estão abertas a associados, simpatizantes e amigos, havendo apenas limitações por motivos de espaço, pelo que todos os interessados se devem inscrever o mais rapidamente possível através do mail: associacaojosemarti@gmail.com